14 de janeiro de 2008Premiê israelense afirma que não exclui nenhuma opção para que Teerã não obtenha armas nucleares
JERUSALÉM - O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, afirmou nesta segunda-feira, 14, que considera todas as opções para impedir que o Irã obtenha armas nucleares. Segundo uma fonte do governo, as recentes declarações do premiê indicam que ele conta inclusive com o uso de forças militares para interromper as ambições nucleares iranianas.
"Israel claramente não se reconciliará com o Irã nuclear", contou o participante da reunião do Parlamento realizada nesta segunda-feira, 14. "Todas as opções para prevenir que o Irã adquira capacidades nucleares são legitimamente consideradas para resolver o problema." A fonte falou sob condição de anonimato porque a reunião foi fechada.
Olmert fez as declarações dias após a discussão com o presidente americano, George W. Bush, em Israel, sobre as ambições nucleares de Teerã. Em Jerusalém, Bush afirmou que o Irã representa uma "ameaça para a paz mundial", mas ressaltou que é preciso resolver o impasse sobre o programa atômico do país por vias diplomáticas.
Segundo a BBC, países ocidentais como os Estados Unidos acusam o Irã de usar seu programa nuclear como fachada para a fabricação de bombas. O país insiste que o programa é pacífico e visa apenas a obtenção de eletricidade.
Israel considera o Irã como o mais perigoso dos seus inimigos. O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, já afirmou diversas vezes que o Estado judeu deveria ser excluído do mapa.
"Israel claramente não se reconciliará com o Irã nuclear", contou o participante da reunião do Parlamento realizada nesta segunda-feira, 14. "Todas as opções para prevenir que o Irã adquira capacidades nucleares são legitimamente consideradas para resolver o problema." A fonte falou sob condição de anonimato porque a reunião foi fechada.
Olmert fez as declarações dias após a discussão com o presidente americano, George W. Bush, em Israel, sobre as ambições nucleares de Teerã. Em Jerusalém, Bush afirmou que o Irã representa uma "ameaça para a paz mundial", mas ressaltou que é preciso resolver o impasse sobre o programa atômico do país por vias diplomáticas.
Segundo a BBC, países ocidentais como os Estados Unidos acusam o Irã de usar seu programa nuclear como fachada para a fabricação de bombas. O país insiste que o programa é pacífico e visa apenas a obtenção de eletricidade.
Israel considera o Irã como o mais perigoso dos seus inimigos. O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, já afirmou diversas vezes que o Estado judeu deveria ser excluído do mapa.
Estadão/Associated Press

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